Hérnia Inguinal – O menosprezo pode ser perigoso

Hérnia Inguinal – O menosprezo pode ser perigoso

Antes de mais nada cabe dizer que hérnias inguinais são rupturas da parede abdominal na região da virilha por onde há a insinuação dos intestinos ou gordura abdominal. Esta circunstância que acomete mais os homens e que tem sua origem relacionada a histórico familiar, fraqueza muscular e esforços físicos é muitas vezes não considerada um problema de saúde importante, sendo protelado o seu tratamento.Seu sintoma principal resulta em um “caroço” na região inguinal acompanhado ou não por dor. E é exatamente quando não acompanhado por dor é que o seu tratamento vai sendo colocado da forma “depois eu vejo”, “estou sem tempo “, etc., proporcionando situações de gravidade como o aprisionamento do intestino levando a sua ruptura e cirurgia de urgência e pós-operatório complicado chegando até, em casos extremos, à morte.

Não há uma prevenção da hérnia inguinal, o indivíduo que apresenta tendências (como histórico familiar, obesidade, fumo) deve procurar tratamento tão logo a perceba.

Aqui surge novamente uma barreira na procura do tratamento, pois ele é CIRÚRGICO, e o desconhecimento causa medo e fuga.

A cirurgia (herniorrafia ou hernioplastia) consiste basicamente na correção do “buraco“ da parede do abdome com pontos ou com uso de próteses (as chamadas telas) de materiais inertes, ou seja, sem reação do organismo. Esta última, hoje representa a maneira mais apropriada de correção diminuindo em 1% a chance da hérnia voltar (recidiva).

A cirurgia videolaparoscópica vem sendo utilizada no tratamento da hérnia inguinal desde a década de 90 com bastante segurança e excelentes resultados sendo preferência por muitos cirurgiões.

O pós-operatório é fator crucial devendo ser respeitado o repouso que varia de técnica e de indivíduo para indivíduo, desde 10-15 dias até 45-60 dias.

Só para se ter em mente, cerca de 45.000 herniorrafias foram feitas no SUS no ano de 2011, levando então a ocupar o terceiro lugar em afastamentos no INSS. Isso demonstra a grande quantidade de indivíduos afetados por esta afecção.

Assim, hérnia inguinal é uma doença importante que acomete grande parte da população, que ainda a trata com menosprezo, que pode ser perigoso no decorrer da vida, devendo então ser tratada a partir do momento do seu diagnóstico com CIRURGIA, procedimento hoje em dia seguro e eficaz.

Fonte: Marcio Eduardo De Souza Pereira

Antes de mais nada cabe dizer que hérnias inguinais são rupturas da parede abdominal na região da virilha por onde há a insinuação dos intestinos ou gordura abdominal. Esta circunstância que acomete mais os homens e que tem sua origem relacionada a histórico familiar, fraqueza muscular e esforços físicos é muitas vezes não considerada um problema de saúde importante, sendo protelado o seu tratamento.Seu sintoma principal resulta em um “caroço” na região inguinal acompanhado ou não por dor. E é exatamente quando não acompanhado por dor é que o seu tratamento vai sendo colocado da forma “depois eu vejo”, “estou sem tempo “, etc., proporcionando situações de gravidade como o aprisionamento do intestino levando a sua ruptura e cirurgia de urgência e pós-operatório complicado chegando até, em casos extremos, à morte.

Não há uma prevenção da hérnia inguinal, o indivíduo que apresenta tendências (como histórico familiar, obesidade, fumo) deve procurar tratamento tão logo a perceba.

Aqui surge novamente uma barreira na procura do tratamento, pois ele é CIRÚRGICO, e o desconhecimento causa medo e fuga.

A cirurgia (herniorrafia ou hernioplastia) consiste basicamente na correção do “buraco“ da parede do abdome com pontos ou com uso de próteses (as chamadas telas) de materiais inertes, ou seja, sem reação do organismo. Esta última, hoje representa a maneira mais apropriada de correção diminuindo em 1% a chance da hérnia voltar (recidiva).

A cirurgia videolaparoscópica vem sendo utilizada no tratamento da hérnia inguinal desde a década de 90 com bastante segurança e excelentes resultados sendo preferência por muitos cirurgiões.

O pós-operatório é fator crucial devendo ser respeitado o repouso que varia de técnica e de indivíduo para indivíduo, desde 10-15 dias até 45-60 dias.

Só para se ter em mente, cerca de 45.000 herniorrafias foram feitas no SUS no ano de 2011, levando então a ocupar o terceiro lugar em afastamentos no INSS. Isso demonstra a grande quantidade de indivíduos afetados por esta afecção.

Assim, hérnia inguinal é uma doença importante que acomete grande parte da população, que ainda a trata com menosprezo, que pode ser perigoso no decorrer da vida, devendo então ser tratada a partir do momento do seu diagnóstico com CIRURGIA, procedimento hoje em dia seguro e eficaz.

Fonte: Marcio Eduardo De Souza Pereira

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